Anti-Direita Portuguesa 2

Política - ESQUERDA NÃO PARTIDÁRIA LIVRE-PENSADORA - o blog principal é www.antidireitaportuguesa.blogspot.com



Sexta-feira, Março 09, 2007






COINCIDÊNCIAS QUE COINCIDEM 2








postado por: JOSÉ DA SILVA 5:23 PM



Quinta-feira, Março 08, 2007

COINCIDÊNCIAS QUE COINCIDEM 1










postado por: JOSÉ DA SILVA 8:41 PM



Segunda-feira, Outubro 30, 2006

2) ISTO NÃO É PLÁGIO????? MAS É CÓPIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Quem quiser ficar esclarecido deve ler o original


ou a tradução inglesa, que podem ser adquiridos pela Internet in
www.amazon.com



«Luís Bernardo Valença, instalado confortavelmente num assento de uma carruagem de 1ª Classe, recosta-se e observa a paisagem alentejana ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Lisboa e foi chamado a Vila Viçosa, ao palácio real, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de Governador de S. Tomé.

Louis Francis Mountbatten, instalado confortavelmente no assento de um automóvel, recosta-se e observa a paisagem londrina ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Zurique e foi chamado a Downing Street, residência do Primeiro-Ministro, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de último Vice-Rei da Índia.Ambos são jovens bem parecidos com ambições e consideram absurdas as propostas que lhes são apresentadas.Assim se iniciam os livros «Equador», de Miguel Sousa Tavares, e «Fredom at Midnight», de Dominique Lapierre e Larry Collins.
Sousa Tavares, na bibliografia publicada nas últimas páginas notifica a consulta de La Pierre, Dominique e Collins, Larry ¿ «Cette nuit la liberté», Éditions Robert Laffont, Paris 1975.
As parecenças poderiam ficar por aqui. Mas não ficam. Quem lê a forma como os livros se desenvolvem nota a olho nu variadíssimos pontos comuns. Não só de construção como até de linguagem.Uma observação mais atenta dá-nos conta de que há parágrafos inteiros que foram pura e simplesmente traduzidos, quase ao pormenor. Outros tiveram uns pequeninos toques: ligeiras alterações de nomes ou de números.
Assim se constituem as fraudes.
«Equador» foi um caso raro de marketing e de vendas. O que teriam a dizer sobre isso os pobres Lapierre e Collins.Considerámos a hipótese de fazer aqui, para os menos entendidos na língua inglesa, a tradução dos parágrafos originais. Seria tempo perdido: a tradução de Sousa Tavares é suficientemente razoável.Cada um de nós poderá verificar tranquilamente, pelos seus próprios olhos, as indiscutíveis semelhanças entre os dois livros. E ler, no original, o que o autor de «Equador» fez passar por seu, sem pudor. Imperdoável.Nas páginas de onde saíram estes nacos de prosa, outros há que poderiam merecer aqui menção honrosa. Mas isso seria tirar o prazer de quem pode, a partir de agora, lançar-se na «corrida à cópia», descobrindo a seu bel-prazer mais algumas pérolas da exploração de trabalho alheio.Na bibliografia adjacente à 1ª Edição de «Equador», Sousa Tavares apresenta 29 livros consultados. Esfregamos as mãos de contentamento: se em apenas um livro conseguiu retirar tudo o que aqui se publica, imagine-se o que iremos encontrar nos restantes 28...
A busca vai começar!Orgulhosamente, Sousa Tavares disse um dia: «Eu pus o país a ler!» E pôs. Nunca tantos portugueses terão lido os pobres Lapierre e Collins.BOM APETITE!

«(...)Sir Buphinder Sing, O Magnífico, sétimo marajá de Patiala, não era o mais rico, mas era seguramente o mais imponente dos príncipes indianos, com o seu metro e noventa de altura e os seus cento e quarenta quilos de peso. Todos os dias, despachava vinte quilos de comida, incluindo três frangos com o chá das cinco, e três mulheres do seu harém, depois do jantar. Para satisfazer as suas duas principais paixões ¿ o pólo e as mulheres ¿ o seu palácio abrigava quinhentos puro-sangues ingleses e trezentas e cinquenta concubinas, servidas por um exército de perfumadores e esteticistas, destinado a mantê-las sempre apetecíveis para o apetite voraz de Sir Buphinder. Tinha também o seu corpo privado (sic) de especialistas em afrodisíacos, de modo a mantê-lo capaz de dar conta de tão ingente tarefa. Com o avançar dos anos, tudo foi sendo experimentado na dieta alimentar do marajá, para melhor estimular o seu apetite sexual: concentrados de ouro, prata e especiarias, miolos de macaco decapitado em vida e até rádio. Finalmente, Sua Exaltada Excelência haveria de morrer, prostrado à mais incurável das doenças: o tédio» (...).Miguel Sousa Tavares, «Equador», págs. 245 e 246, 1ª Edição, 2003

«(¿) The acknowledged master of his generation in both fields was the Sikh Sir Bhupinder Singh, the Magnificent, the seventh Maharaja of Patiala (...). With his six-foot-four-inch frame, his 300 pounds (¿). His appetite was such that he could consume twenty pounds of food in the course of a strenuous day or a couple of chickens as a tea-time snack. (¿) To sustain those efforts, his stables harboured 500 of the world¿s finest polo ponies. (¿) As he came to maturity his devotion to his harem eventually surpassed even his passions for polo and hunting. (¿) By the time the institution reached its fullest fruition, it contained 350 ladies. (¿) Sir Buphinder opened his harem doors to a parade of perfumers, jewelers, hairdressers, beauticians and dressmakers. (¿) Further to stimulate his princely ardours, he converted one wing of the harem into a laboratory whose test tubes and vials produced an exotic blend of scents, cosmetics, lotions and philters. (¿) Recourse to aphrodisiacs was inevitable. His Indian doctors worked up a number of savoury concoctions based on gold, pearls, spices, silver, herbs and iron. For a while, their most efficacious potion was based on a mixture of shredded carrots and the crushed brains of a sparrow. When its benefits began to wane, Sir Bhupinder called in a group of French technicians whom he naturally assumed would enjoy special expertise in the matter. Alas, even the effects of their treatment based on radium proved ephemeral (¿). His was a malady that plagued not a few of his surfeited fellow rulers. It was boredom. He died of it» (¿).Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», págs. 175 e 176. 2ª Edição, 2002

«Quanto ao marajá de Gwalior, esse, imaginou a mais curta e mais extraordinária das linhas férreas de toda a Índia: era um comboio miniatura, também com os carris em prata maciça, que tinha origem na copa do palácio e penetrava na sala de jantar, através da parede. Aí, sentado em frente a um comando cheio de botões, o próprio anfitrião fazia o comboio correr ao longo da extensa mesa, apitando e acendendo luzes e fazendo-o parar diante de cada convidado para que este se servisse do vagão-whisky, do vagão-Porto, do vagão-Madeira ou do vagão-tabaco».Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 247, 1ª Edição, 2003

«The passion of the Maharaja of Gwalior (...) was electric trains. (¿) It was laid out over 250 feet of solid silver rails set on a mammoth iron table at the centre of the palace banquet hall. (¿) By manipulating his control panel, the prince could pass the vegetables, send the potatoes shuttling through the banquet hall, or order an express to the kitchens for a second helping for a hungry guest».Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 171. 2ª Edição, 2002

«(...)Também o marajá de Mysore vivia obcecado com as suas capacidades erectivas: a lenda prescrevia que o segredo do seu poder e prestígio entre os súbditos era a qualidade da ercção do seu príncipe, e, assim, uma vez por ano, durante as festas do Principado, o marajá exibia-se ao seu povo, sobre o dorso de um elefante e em pleno estado de erecção. Para isso também ele recorria a todo o tipo de afrodisíacos que os especialistas de ocasião pudessem recomendar. A sua ruína aconteceu quando fez fé num charlatão que lhe garantiu que o melor remédio para uma erecção sempre pronta era pó de diamante: Sua Majestade Elevadíssima arruinou o tesouro real a engolir chás de diamante em benefício do seu ceptro erguido. (...)»Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003

«(...)Until the turn of the century it had been the custom of the Maharaja of Patiala to appear once a year before his subjects naked except for that diamond breastplate, his organ in full and glorious erection. (¿) As at the Maharaja walked about, his subjects gleefully applauded, their cheers acknowledging both the dimensions of the princely organ and the fact that it was supposed to be radiating magic powers¿ (¿).
An early Maharaja of Mysore was informed by a Chinese sage that the most efficacious aphrodisiacs in the world were made of crushed diamonds. That unfortunate discovery led to the rapid impoverishment of the state treasury as hundreds of precious stones were ground to dust in the princely mills. (¿)»Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 168. 2ª Edição, 2003»

In blog freedomtocopy


postado por: JOSÉ DA SILVA 6:45 PM



30.10.06 12:04 PM | JOSÉ DA SILVA]
ligando para o Google fredomtocopy aparece una página da Máfia defendendo MigueL Sousa Tavres. Se este não se demarca deduz-se que PERTENCE À MÁFIA.
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[30.10.06 12:01 PM | JOSÉ DA SILVA]
SOUSA TAVARES ASSUME-SE COMO ELEMENTO DA MÁFIA?
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[30.10.06 11:59 AM | JOSÉ DA SILVA]
Equador : Miguel Sousa Tavares
"As ilhas são lugares de solidão e isso nunca é tão nítido como quando partem os que apenas vieram de passagem e ficam no cais, a despedir-se, os que vão permanecer. Na hora da despedida, é quase sempre mais triste ficar do que partir." in Equador
A Obra
"Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D.Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos de interesses com a metrópole. E não contava que a descoberta do amor lhe viesse a mudar a vida. É com esta história admiravelmente bem escrita, comovente e perturbadora que Miguel Sousa Tavares inaugura a sua incursão na escrita literária. EQUADOR foi o fruto de uma longa maturação e investigação histórica que inspirou um romance fascinante vivido num período complexo da história portuguesa, no início do século XX e últimos anos da Monarquia."

fonte: Oficina do Livro
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O Autor
Miguel Sousa Tavares nasceu no Porto. Começou pela advocacia, que abandonou pelo jornalismo, daí chegando aos poucos à escrita literária. Em 2003, publica o seu primeiro romance, Equador, um bestseller, com mais de 250.000 exemplares vendidos em Portugal, editado na Holanda e no Brasil e com traduções em curso em várias outras línguas. Livros editados pela Oficina do Livro: Não te deixarei morrer, David Crockett (2001) - pequenos textos e contos; Anos Perdidos (2001) - edição de crónicas; Equador (2003) - o seu primeiro romance; O Segredo do Rio (2004) - conto infantil, reedição.

fonte: Oficina do Livro
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Os Prémios
"A tradução italiana do romance Equador - "Equatore" (edição Cavallo di Ferro: www.cavallodiferro.com) - venceu a 25ª edição do prémio literário Grinzane Cavour para o melhor romance estrangeiro publicado em Itália. Considerado o mais prestigiado prémio para a literatura estrangeira publicada neste país, este galardão foi em edições anteriores atribuído a algumas das mais importantes figuras das letras mundiais, como Günter Grass, Carlos Fuentes, V.S. Naipul, Manuel Vasquez Montalban, Doris Lessing, Toni Morrison, J.M. Coetzee ou Mario Vargas Llosa.Este reconhecimento vem corolar a ampla e favorável recepção da crítica italiana ao romance de Miguel Sousa Tavares. Publicado em Outubro de 2005 pela editora Cavallo di Ferro, o livro vai a caminho da 3ª edição, e o autor já tinha sido convidado, com mais 3 autores, para participar na Feira do Livro de Turim, onde Portugal é o país convidado."

fonte: Oficina do Livro
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sousa tavres pertence à máfia?

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Outubro 2006


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postado por: JOSÉ DA SILVA 6:10 PM



Sexta-feira, Agosto 04, 2006

OS TEMPOS QUE CORREM







postado por: JOSÉ DA SILVA 7:08 AM



Sábado, Julho 22, 2006

O CALCIOCAOS E O ABOMINÁVEL LIVRO DAS NEVES

Foi surpreendente o que se passou no Campeonato de Futebol na Itália
1) JUVENTUS
Perdeu o título de 2005 e o de 2006
Desceu à Série B
Começa o próximo campeonato com 30 pontos a menos
Cinco anos de suspensão para António Giraudo, director executivo e multado em 20 mil euros
Cinco anos de inibição para Luciano Moggi, director-geral, e multa de 50 mil euros
2) FIORENTINA
Despromoção para a Série B
Começa o campeonato com menos 12 pontos
Inibição de 4 anos e multa de 10 mil euros para o dirigente Diego della Valle
3) LAZIO
Despromoção para a Série B e 40 mil euros de multa
Começa o campeonato com sete pontos a menos
Inibição de três anos e meio para Cláudio lotito, presidente do clube
4) MILAN
Fica na Série A, mas começa o campeonato com menos 15 pontos
Um ano de inibição para o dirigente Leonardo Meani
5) Os árbitros Messina, Bertini, Tagliavento, Rocchi e Rodomonti foram irradiados da arbitragem
6) O ex-presidente da Associação de Árbitros Italianos (AIA), Tullio Lannese foi condenado a dois anos de inibição
7) O ex-presidente da Federação Italiana de Futebol, Franco Carraro foi condenado a quatro anos de inibição

Em O Abominável Livro das Neves há um Campeonato de Futebol, num Mundo Imaginário, em que os árbitros são comprados.
Este caso italiano, devidamente comprovado segundo a justiça italiana, com estas sentenças, é uma aproximação, EM GRANDE ESCALA, da realidade à ficção.


postado por: JOSÉ DA SILVA 6:43 AM



Quinta-feira, Julho 20, 2006

A ECONOMIA DO ESTADO DE ISRAEL VISTA PELOS VIZINHOS

1) A principal actividade económica do Estado de Israel, para os seus vizinhos, é MATAR ÁRABES
2) A segunda actividade económica do Estado de Israel é destruir aquilo a que nós chamamos CIVILIZAÇÃO MATERIAL, isto é, residências, prédios e vivendas, hospitais, escolas, estradas, pontes, aeroportos, centrais eléctricas, redes de abastecimento de água, automóveis frigoríficos, máquinas de lavar roupa, máquinas de lavar louça, televisões, telemóveis, bicicletas, berços, brinquedos, chupetas e biberões...
COLOCA-SE ESTA QUESTÃO - SE ELES FOSSEM FAZER ISTO NO BAIRRO ONDE VIVE BLAIR OU NO BAIRRO ONDE VIVE GEORGE W BUSH, O QUE ESTES DOIS LHES CHAMARIAM?

postado por: JOSÉ DA SILVA 8:42 AM



Terça-feira, Julho 18, 2006

TEMPO DE GUERRA

É difícil falar de outras coisas quando está a ocorrer uma guerra entre Israel e a Palestina e outra entre Israel e o Líbano.
A origem destas guerras é a opressão dos israelitas sobre os palestinianos. O Estado de Israel, actualmente, não mostra nenhum interesse num roteiro para a Paz com os palestinianos, quer um roteiro para a Guerra.

postado por: JOSÉ DA SILVA 7:53 PM



O FATALISMO SOCIAL

Em Portugal vive-se uma época de FATALISMO SOCIAL.
O FATALISMO SOCIAL é criar a ideia de que a maioria das vieram ao mundo para serem exploradas e oprimidas por uma pequena oligarquia cheia de dinheiro.
É certo que as práticas políticas inspiradas nas teorias igualitaristas, sem classes, do alemão Karl Marx deram mau resultado, especialmente na Rússia.
O que se passou na Rússia não foi apenas uma má aplicação das teorias de Karl Marx, foi também a impossibilidade de as reorganizar e reestruturar.
Mas isto não significa que os partidos socialistas europeus não possam aprofundar o estudo das teorias que os sustentam, naquilo que as suas Alas Esquerdas chamam A RELATIVA IGUALDADE DO POSSÍVEL.

postado por: JOSÉ DA SILVA 9:09 AM



Domingo, Julho 16, 2006

O ROTEIRO DA MORTE

Quando Clinton foi encostado à parede pelos neoconservadores, a pretexto do brochismo de Mónica Lewinsky, deu-se uma mudança ética profunda ¿ o prazer sexual entre ADULTOS passou a ser «Crime» e matar pessoas passou a ser «legal», a pretexto da palavra GUERRA.
O Iraque nada teve a ver com os atentados contra os Estados Unidos, por meio de aviões civis. No entanto foi invadido, foram feitas chacinas e torturas «democráticas».
Depois foi dada Carta Branca aos israelitas para desprezarem em absoluto os direitos dos palestinianos e dos libaneses.
Os judeus foram alvo da Barbárie da Católica Inquisição que os queimava vivos e das fábricas de matar pessoas dos alemães, que praticaram contra eles Barbárie Industrial.
Só que os palestinianos e os libaneses não tiveram culpa nenhuma.
Os judeus foram vítimas da Barbárie Ocidental até 1945. Isso é passado.
No presente quem pratica a Barbárie são os Israelitas, os judeus de vítimas PASSARAM A CARRASCOS.

postado por: JOSÉ DA SILVA 5:41 PM



Sábado, Julho 15, 2006

OS EQUÍVOCOS DE JOÃO PEDRO GEORGE

João Pedro George, na crítica que faz a Margarida Rebelo Pinto assume-se como defensor do CÂNONE FASCISTA a que ele chama pomposamente «MEIO LITERÁRIO».
«O MEIO LITERÁRIO» É O CÂNONE FASCISTA.
Parte deste Cânone tem a sua origem nas cervejarias de Munique onde nasceu o nacional-socialismo.
A ideologia de João Pedro George é uma mistura, só em alguns aspectos não em todos, de fascismo de esquerda e de nazismo de esquerda.

postado por: JOSÉ DA SILVA 10:20 AM



Sexta-feira, Julho 14, 2006

QUATRO NÍVEIS DE LEITURA DE «O ABOMINÁVEL LIVRO DAS NEVES»

Convém não esquecer que os direitos de autor de «O Abominável Livro das Neves» começaram em Junho de 2004, e também convém não esquecer que esteve em www.suplemento.blogspot.com antes dessa data.

1) NÍVEL 1 ou VERSÃO FANTASMA (ghost version) - a versão que esteve em www.suplemento.blogspot.com foi apagada e ¿ressuscitada¿ em papel, tendo ficado em www.suplemento.blogspot.com dois capítulos, que ainda lá estão. É a versão Internet-blogosfera, influência de Tzara.

2)





NÍVEL DOIS - É um olhar sobre os tabus dos tabus da Civilização Ocidental e inspira-se, muito livremente em
a) A «Utopia» de Thomas More, influência inglesa
b) Em o «Manifesto do Surrealismo» de André Breton, influência francesa
c) Em «Desespero a Doença Mortal» de Quirquegórde (Kierkegaard), influência dinamarquesa
d) No «Decameron» de Giovanni Boccaccio, influência italiana
e) Em «O Processo» de Franz Kafka, influência checa
f) Uso livre da mitologia grega e romana
Ora a acção passa-se num País Imaginário que sintetiza os tabus do Ocidente. A «Utopia» é uma ilha imaginária.
GIRA À VOLTA DOS SONHOS E DAS REALIDADES CHOCANTES.
A texana, subentende-se ser uma filha de um elemento da Ku Klux Klan, que procura no mundo real a concretização de muitos sonhos do pai.
O Feiticeiro Aristides é o Anti-Kipling.
Filipa e Isabel representam o feminismo da alta sociedade monárquico, e um olhar desse feminismo da alta sociedade monárquico sobre os problemas de outras mulheres, das classes desfavorecidas.
Afonso representa uma posição de um elemento azarado da alta sociedade sobre a agonia antes da morte.
Quanto a esperar o livro mudanças sociais para ser apresentado fisicamente, é curioso que ocorreram mudanças sociais, após 2004, na Espanha e no Reino Unido, relativamente aos direitos das minorias, que se compatibilizam com situações imaginadas para esse livro, antes de 2004, referindo-se objectivamente o livro aos direitos das mulheres.
3) NÍVEL TRÊS - A LEITURA PORTUGUESA
Embora subjectiva refere o percurso desde o espaço da origem de Portugal, pois o Torneio de Valdevez, em que venceu D. Afonso Henriques, é um dos momentos fundadores de Portugal. Nesta lógica a Vila dos Rios é semelhante à Vila dos Arcos de Valdevez, e a Vila das Árvores semelhante à Vila de Ponte da Barca.
Uma aristocracia de traidores só é possível num país comais de quinhentos anos, e assim a aristocracia de traidores baseia-se em Portugal, sendo os mais notórios o Conde de Barcelos em 1385, Miguel de Vasconcellos, e o Duque de Aveiro, este que organizou um atentado para matar o próprio rei, em pleno século XVIII.
Se procurarmos símbolos da Esquerda Protuguesa actual, com uma muito livre aproximação encontraremos o Presidente da República de 1991, que simboliza o PS, se fôssemos mais longe na aproximação o próprio Mário Soares, enquanto símbolo máximo do PS, mas tudo isto é subjectivo.
O homem que não revela o nome, e que nas planícies muito quentes no Verão, oferece ajuda, simboliza o lado melhor do PCP, se fôssemos mais longe, nesta subjectiva interpretação, seria Álvaro Cunhal ENQUANTO RESISTENTE ANTI-FASCISTA-SALAZARISTA.
A personagem Esperança foi um dos maiores problemas do livro, que era como finalizá-lo. Por um conjunto de coincidências do acaso, a inspiração foi à Ala Esquerda do Bloco de Esquerda, e a pessoa a partir da qual saiu a ideia da finalização do livro, que facilitou a construção da personagem, até tem algumas semelhanças físicas com uma pessoa da vida real do Bloco de Esquerda, cujas posições ideológicas públicas, claramente assumidas, digamos que inspiraram a finalização do livro que era o maior problema, a certa altura, tendo o último capítulo sido reescrito mais de cem vezes.
4) AS COINCIDÊNCIAS com aspectos de alguns filmes como «The abominable snow man» do filme King Kong, ou com a equipa de futebol masculina, com uma representação feminina como no filme «She¿s the man», onde a percentagem feminina não chega aos 40%, mas existe, ficando-se pelos 9%. Neste filme «She¿s the man» também se houve a música «Pompa e Circunstância», que é uma das músicas de «O Abominável Livro das Neves».


postado por: JOSÉ DA SILVA 9:04 AM



Quarta-feira, Julho 12, 2006

A DESLOCALIZAÇÃO OU O FECHO DA FÁBRICA

Quem manda numa fábrica de uma multinacional é o conselho de administração dessa multinacional, não é nenhum governo.
O que se passou em Portugal com a fábrica de automóveis da marca Opel da Azambuja, passa-se também na França e na Alemanha ou em qualquer outro país. Quando uma multinacional decide fazer uma deslocalização FAZ.
É esta a globalização dos oligarcas do dinheiro. No plano teórico as Esquerdas não têm argumentos contra estes poderes de facto.

postado por: JOSÉ DA SILVA 7:33 PM



Terça-feira, Julho 11, 2006

A MORAL DOS OLIGARCAS

Para quem não lê a imprensa portuguesa com regularidade, e para quem só consegue olhar para as televisões portuguesas com o comando na mão, pronto a mudar imediatamente, hoje foi um dia excepcional. Para ver e ouvir duas gerações de oligarcas do dinheiro.
Belmiro Azevedo e Paulo Azevedo, ambos académicos em engenharia.
Ambos DISSERAM QUE NÃO TÊM A MORAL DE ESCRAVO, mas deduziu-se que acham que a grande maioria dos portugueses devem ter «o dever» de ter essa tal Moral de Escravo, que não serve para eles, não serve para eles¿ mas serve para os outros¿

postado por: JOSÉ DA SILVA 7:58 PM



Segunda-feira, Julho 10, 2006



ALEGRIA PARA OS ITALIANOS DADA PELO DESPORTO
A Itália é dos países do Mundo em que o desporto futebol é mais apreciado.
Assim dias de alegria para os italianos e para as italianas apreciadores de futebol.

postado por: JOSÉ DA SILVA 5:58 PM




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